An open & digital public administration.

O sector público e a sua administração abandonam o seu carácter presencial e fechado, com uma clara tendência para a abertura aos cidadãos e melhoria da acessibilidade multicanal


Para alcançar o sucesso na transformação digital da Administração Pública, é necessário aplicar em primeiro lugar mudanças internamente, implementando um processo que garanta que o coletivo impactado pela transformação (organizacional, cultural, tecnológica, regulatória, operacional ou de processo) conte com a informação, formação e motivação necessárias para transitar harmoniosamente para o novo paradigma organizacional e de gestão.


ServiçosPúblicosDigitais

O cidadão digital exige das Administrações Públicas um modelo de relacionamento Omnicanal (presencial, móvel, redes sociais, etc.); que é coerente, ágil e simples de usar. Da mesma forma, as Leis 39/2015 e 40/2015 estabelecem um conjunto de obrigações que impulsionam decisivamente a Administração a um ambiente no qual a transformação digital é um catalisador essencial.

Neste contexto, um profundo conhecimento das normas, processos e tecnologias ligadas às seguintes áreas pertencentes à Administração é essencial:

Administração Eletrônica

Soluções transversais para administração digital, a partir da sede eletrônica (através do qual o cidadão realiza seus trâmites, paga impostos e taxas, recebe notificações e consulta expedientes), até o Back-Office, incluindo a intermediação de dados, a assinatura eletrônica de documentos e seu arquivo.

Contratação e Licitação

Soluções que abrangem todo o ciclo de contratação pública eletrônica, desde a elaboração dos documentos de licitação, sua licitação e adjudicação; até a sua execução, monitoramento, gestão de incidentes e controle de não conformidades, em cumprimento do marco regulatório, com transparência e agilidade.

Interoperabilidade

Em um modelo em que a informação dos cidadãos geralmente já existe em outras administrações, é imprescindível abastecer-se de mecanismos para que eles trabalhem de maneira coordenada.

As administrações devem se adaptar ao Sistema Nacional de Interoperabilidade, aumentando a eficiência operacional e a qualidade através da troca de informações.

Ajudas e Subsídios

A possibilidade de oferecer aos cidadãos soluções especificamente adaptadas ao processamento de subvenções e subsídios, desde a criação das ordens de convocação, até a sua justificativa, execução, acompanhamento e fechamento é muito importante.


GovernoAberto

Os cidadãos exigem Administrações Públicas de caráter mais aberto e próximo. A Lei 19/2013, sobre transparência, acesso à informação pública e boa governança é um grande impulso nesse sentido, mas não é suficiente para satisfazer as demandas dos cidadãos, o que requer espaços específicos para participar da esfera pública e uma prestação de Contas rigorosas e próximas.

As TICs fornecem um conjunto de ferramentas que permitem um grau de interação sem precedentes entre cidadania e administração, e devem ser postas a serviço de uma estratégia clara de governo aberto.

Transparência e boa governança

Implementação de soluções que permitam que os cidadãos sejam informados e legitimem a ação do Governo. O objetivo é conseguir a informação aos cidadãos de forma próxima, clara, segmentada e simples, alinhada com os objetivos específicos da Administração.

Participação Cidadã

Para uma correta gestão da participação cidadã, a Administração Pública deve focar no desenvolvimento de uma estratégia que inclua soluções tecnológicas de alcance geral (portal participativo) e específicas (incidentes urbanos, sessões plenárias participativas, pesquisas, inovação cidadã); complementado com diferentes metodologias (eventos de participação, iniciativas para co-criar serviços públicos, etc.).

Tudo isso deve ser apoiado por uma análise aprofundada de várias fontes de dados, incluindo as da própria Administração (Open Data, Redes Sociais, etc.), para gerar um processo global e integrado que permita melhorar os serviços e as políticas públicas da Administração.

Open Data

As administrações devem dispor de soluções que lhes permitam abrir seus dados de maneira inteligente, orientando a oferta de dados para a demanda real dos cidadãos e utilizando mídias e formatos acessíveis e reutilizáveis com potencial econômico e social.

As TICs fornecem um conjunto de ferramentas que permitem um grau sem precedentes de interação entre cidadania e administração.



TransformaçãoDigital

O setor público deve se apoiar nas oportunidades oferecidas pelas tecnologias mais recentes e fazer um esforço claro nas políticas de inovação digital. A melhoria de sua eficiência e dos serviços que prestam à cidadania envolve dar à tecnologia um papel de protagonista em suas estratégias.

Cidadão 360º

A tecnologia facilita obter uma visão completa do cidadão: sua atividade, papéis, interesses e relacionamentos; e usá-lo individualmente e agrupados para ter serviços públicos com maior personalização, qualidade e satisfação.

O desafio consiste em unir as peças de informações relevantes para um cidadão em particular em uma transação específica e usar essas informações para melhorar o serviço de UX do cidadão.

Presença Digital

A presença das Administrações na rede é um ativo que deve ser cuidado, cultivado e protegido.

É necessário governar a presença digital (Internet, Redes Sociais, Apps); definir políticas claras de uso e gestão das mesmas, contando com ferramentas tecnológicas que permitam a escuta ativa, para assim poder projetar uma imagem alinhada aos objetivos estratégicos.

Robótica e Automatização

As soluções de automatização de processos através da Inteligência Artificial permitirão à Administração Pública sistematizar tarefas, melhorar significativamente a eficiência operacional, favorecer o controle de qualidade em procedimentos administrativos e facilitar a transparência.

Inteligência Artificial

A Administração Pública pode utilizar a Inteligência artificial, para o uso de, por exemplo: Chatbots ou Assistentes Virtuais que orientam e auxiliam o cidadão em seus diferentes canais digitais; drones autônomos que realizam tarefas básicas de vigilância; ou soluções IoT para o desenvolvimento de aplicativos para Smart Cities.


Gestão deMudança

A transformação que a Administração Pública está experimentando vai além do digital. O objetivo é evoluir de uma entidade burocrática e burocratizada, com a qual os cidadãos se relacionam apenas pela necessidade, a uma administração próxima, proativa, transparente e efetiva (eletrônica ou presencial), na qual a qualidade do serviço público é sempre a principal prioridade.

A gestão damudança digital


Aplicamos nossa visão de Gestão de Mudança ao projetar e construir uma solução composta por um Suite de serviços: treinamento, Endomarketing e comunicação, criação de conteúdo e plataformas de tecnologia.

Unificado em um serviço integrado e orientado aos negócios, que coordena coerentemente todas as ações da mudança em um único cronograma de forma sustentável e eficaz.

Mapa decapacidades TIC


De uma perspectiva global, a Administração Pública deve analisar e detectar quais as capacidades das TIC que são fundamentais para promover o emprego e a capacidade produtiva num país.

A criação de um mapa de capacidades e a identificação das necessidades de formação da cidadania parecem críticas para cobrir a demanda do mercado e atualizar e definir os vários currículos.

Neste contexto, a criação de conteúdos em múltiplos formatos torna-se importante, com o objetivo de responder a novos modelos de aprendizagem (micro-aprendizagem, mobilidade, gamificação).


Blockchain

Nas plataformas da Administração Pública, a transação de dados é contínua e é um requisito indispensável que a transparência, eficiência e segurança sejam garantidas. É por isso que a tecnologia Blockchain está se tornando um aliado imprescindível quando se trata de criar um ecossistema aberto, seguro e transparente; gerando múltiplos benefícios tanto para a Administração quanto para os cidadãos.

  • Redução do tempo de tramitação.
  • Otimização dos processos e dos custos.
  • Integração entre Administrações.
  • Aumento drástico da segurança.
  • Mais flexibilidade dos processos.
  • Cumprimento normativo.
  • Gestão de contratos.
  • Sistemas de votação.
  • Participação cidadã.
  • Transações financeiras.
  • Gestão de identidades e ativos.
  • Serviços sem fronteiras.
  • Registros de propriedades e patentes.
  • Direitos de propriedades intelectual.

SmartCities

O objetivo final da Administração Pública deve ser dar forma a uma cidade cujos pilares são sustentabilidade, eficiência e inovação tecnológica. As chamadas Smart Cities, ou cidades inteligentes, são territórios de caráter multidimensionais e multifacetados, em termos de domínios-chave (transporte, energia, educação, saúde, resíduos, vigilância, economia, etc.) e no desenvolvimento e uso de tecnologias.

Para conseguir isso, é necessário que as cidades reflitam profundamente sobre suas capacidades, necessidades e seu verdadeiro potencial. Só assim a tecnologia pode ser adequadamente alinhada com as capacidades reais da cidade e seu modelo de serviços públicos, e definir um modelo econômico, tecnológico e operacionalmente sustentável ao longo do tempo.

Estes territórios geralmente se servem das tecnologias mais inovadoras (IoT, RV/RA, Big Data, Blockchain, Cloud, Wearables, Drones, etc.), em complemento com as tradicionais (Mobile, Wireless, GIS, Business Intelligence, Vídeo IP, Opendata, etc.), para conseguir objetivos em diferentes âmbitos como:

Mobilidade

Gestão do tráfego e de frotas, transporte público e aparecimento inteligente, carros autônomos, etc.

Saúde

Gestão da demanda assistencial, histórico clínico digital, prevenção e alertas sanitários, etc.

Educação

Capacitação digital e técnica de órgãos públicos, instituições educacionais, etc.

Segurança

Cibersegurança, proteção do patrimônio, vigilância inteligente, resposta a emergências, etc.